Duas filas por refeição
Uma para comprar a senha, outra para levantar a comida. Há quem desista e vá comer a outro lado.
A pessoa encosta o telemóvel à mesa, escolhe, paga e recebe a comida no lugar. A cozinha recebe tudo por ordem de chegada e a comissão acompanha a noite num tablet: quanto já faturou, o que está atrasado e o que está a esgotar.
Quem organiza conhece bem o cenário: muita gente com fome, pouca gente a atender e contas difíceis de fechar no fim.
Uma para comprar a senha, outra para levantar a comida. Há quem desista e vá comer a outro lado.
Senhas em papel perdem-se e, na confusão da cozinha, há pedidos esquecidos ou entregues à mesa errada.
Ninguém sabe em tempo real quanto já se faturou, o que está a acabar ou quanto tempo se espera.
Muito dinheiro vivo para contar e conferir, e pouca informação para preparar a festa do ano seguinte.
Clica em cada passo para veres o ecrã de quem o usa. Demonstração ilustrativa: o sistema final é feito à medida da tua festa.
Os pormenores que fazem a diferença quando há centenas de pessoas a querer comer ao mesmo tempo.
O autocolante identifica a mesa. Acabam as confusões com os pedidos: o talão diz onde é, e qualquer pessoa da equipa sabe para onde levar.
Há quem não se dê bem com a tecnologia e queira ir à caixa buscar senhas. O festeiro recolhe as senhas na mesa e envia o pedido pelo próprio telemóvel, com a mesa e o nome de quem pediu.
Quem está ao balcão pede as bifanas encostando o telemóvel. A equipa do bar deixa de perder tempo a passar pedidos à cozinha.
Um toque no tablet e o pedido fica pronto para sair. Quem leva a comida sabe logo a mesa.
A cozinha avisa e o juiz da festa, ou quem ficar responsável, retira o prato do menu de imediato. Ninguém paga uma coisa que já não há.
Sabem o que venderam, as quantidades e a faturação. Fica muito mais fácil controlar o stock e preparar o dia seguinte.
Ninguém tem de aprender um sistema complicado. Cada posto tem um ecrã simples, com os botões que lhe interessam.
Vê o menu do momento, pede, paga e acompanha o pedido.
Confirmam pagamentos e enviam os pedidos de quem trouxe senhas para a mesa.
Recebe os talões por ordem, marca o que está pronto e avisa o que esgotou.
Recebe só as bebidas. Quem está ao balcão pede a comida sozinho.
Ritmo dos pedidos, atrasos, esgotados, menus e as contas do dia.
É isto que acaba com os pedidos falsos, os pratos esquecidos e as contas que não batem certo no fim da noite.
As impressoras de talões e os tablets podem ser alugados por festa. Os autocolantes NFC de cada mesa convém serem comprados: é um investimento pequeno, que fica da festa e serve de ano para ano. Se o recinto não tiver internet, junta-se um router 4G.
A época das festas prepara-se de março a maio. Se a tua festa é no verão, esta é a melhor altura para falarmos e testarmos tudo com calma.
Não. Ao encostar o telemóvel ao NFC da mesa, ou ao ler o QR, abre-se uma página no browser com o menu e a mesa já identificada.
Escolhe «pagar na caixa». Recebe um número de pedido, diz esse número na caixa, paga em dinheiro ou cartão e o funcionário carrega em «Recebido». Só aí o pedido segue para a cozinha.
Usa-se um router 4G próprio da festa. O tablet da cozinha guarda a fila de pedidos e sincroniza quando a ligação volta, para nada se perder.
Não chegam à cozinha. Nada é preparado sem estar pago, cada mesa tem um link com código secreto e as etiquetas NFC ficam bloqueadas depois de gravadas.
Só os autocolantes NFC das mesas, que convém serem da festa: é um investimento mínimo e servem de ano para ano. As impressoras e os tablets podem ser alugados.
Pode continuar a ir à caixa e trazer as senhas para a mesa. O festeiro recolhe as senhas e envia o pedido pelo próprio telemóvel para a cozinha, com a identificação da mesa e de quem pediu.
Sim. Pode ser criado em conjunto um site de vendas online: as pessoas escolhem, pagam online e levantam o pedido na festa, sem fila.
Sim. Num restaurante funciona sem pré-pagamento: a pessoa pede na mesa e paga a conta no fim, pela app ou ao empregado.
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